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Obras Selecionadas
Selected Works

O Cruzeiro, mostra no Studio Monte, Rio de Janeiro RJ, 2026
continuidade da pesquisa desenvolvida por Vinícius Monte e Juliana Freire em torno das relações entre economia, imagem, materialidade e ritual. Primeira vez que Juliana apresenta a pesquisa em cerâmica.

Corpos em Balanço e Dobra, 2023, Casa Ondina
172 cm x 29cm x 20 cm, Mostra Emaranhadas I.
Página dupla do livro ‘Les Demi-Diex’, Ingres, 1949, texte DÁlain. N. Édit. 6-C.O.L. 16.0102, dobrada e colada sobre madeira, linha e pedaço de concreto com tijolo.
Página dupla do livro ‘Les Demi-Diex’, Ingres, 1949, texte DÁlain. N. Édit. 6-C.O.L. 16.0102, dobrada e colada sobre madeira, linha e pedaço de concreto com tijolo.

Paradoxos Reconciliáveis, Individual no Museu das Bandeiras, GO
De 05 de dez 2026 a 20 de fev 2027. Continuidade de sua pesquisa transespacial, transtemporal e interdimensional, em diálogo com o Princípio da Correspondência do hermetismo, do livro O Caibalion. Pinturas esmalte sobre barro artesanal.

CACHOS |
Diego Cattani & Juliana Freire, 2023, Paã Arquitetura Performance
Investigação em colagens e sobreposições.
Para Juliana, os papéis e as multicamadas de mistério e para Diego, a cerâmica e o encantamento dos objetos decorativos nobres.
Paã _ Arquitetura Performance.
Para Juliana, os papéis e as multicamadas de mistério e para Diego, a cerâmica e o encantamento dos objetos decorativos nobres.
Paã _ Arquitetura Performance.

ELDORADO é uma produção de Emilliano Freitas e Juliana Freire, realizada a partir de uma peregrinação ao Sol no Planalto Central, partindo do acidente Césio-137 em Goiânia, rumando à enigmática Serra do Roncador.
Os artistas recorrem à ficcionalização de um mundo onde o fim é só o início, para tratarem de questões como territorialização e memória: pessoas isoladas vivem uma temporalidade marcada pelo eterno presente. Se os jogos de conduta da sociedade se desenham também ficcionalmente, esses dois seres errantes caminhando pelo coração da América Latina são metáforas de jornadas pessoais que vivenciam um momento pós-supressões. Através de duas personagens, os artistas derivam sobre os gatilhos de suas crises com o letal status quo - viável aos outros seres mergulhados no esquecimento – mas que torna a vida de todos inadequada neste planeta.

Heterônomo I, II e III, 2019, Galeria CASANOVA
27,5 x 17 cm
Bordado sobre Papel Metalizado de Café
Participou das Mostras Plástico Bolha na Galeria Casanova e O Laço da Verdade, curadoria Aurora Martínez
Bordado sobre Papel Metalizado de Café
Participou das Mostras Plástico Bolha na Galeria Casanova e O Laço da Verdade, curadoria Aurora Martínez

Individual Juliana Freire
| DERIVA VIVA |
CASA DO OLHAR LUIZ SACILOTTO
Santo André | SP | 2019
Em seu trabalho recente, Juliana faz uso de uma linguagem híbrida, do desenho e fotografia à performance, buscando aproximar suas obras e instalações da vivência transtemporal e transespacial experienciadas através de projeção e comunicação interdimensional. ‘Ativismo Cósmico’ é um hashtag que a artista utiliza para dialogar com o momento atual, onde o engajamento se concentra no cyber-espaço e tende à polos arquetípicos fixos.

Dispositivo Espectral
Juliana Freire, 2025
Vinil dourado e prateado, linha e elástico. Tamanhos variados, desenvolvidos para performances espectrais.
Mostra Spectrophilia, Decurators, Brasília, curadoria Gisel Carriconde. 2025. Texto de Hilan Bensusan.

Juliana ilustra há 17 anos para o jornal A Folha de São Paulo, na coluna do jornalista Élio Gaspari.
A matéria e a ilustração saem todos os domingos, rotina desde os meus 32 anos.

Sagrado em Fluxo | Sacrad in Flux _
Edson Pavoni + Juliana Freire, 2022 _ Paã Arquitetura Performance
obras co-criadas com seres ‘interdimensionais’ e inteligências ‘artificiais’ - tentativa poética de amalgamar uma dimensão cósmica aos paradoxos homem x máquina, homem x natureza, homem e a criação. A primeira mostra e colaboração entre os artistas acontece em meio às celebrações de 100 anos da Semana de Arte Moderna de 22.

Co-fundadora da Galeria Emma Thomas, 2006- 2017, c/ Flaviana Bernardo. 3 sedes - Austusta, Barra Funda e Jardins, São Paulo, SP e 1 ano em NY.
Durante os 11 anos de projeto, a galeria ocupou 3 sedes e apresentou mais de 200 artistas brasileiros para a cena de arte contemporânea nacional e internacional. Participou da SPARTE, ARTRIO, ARCO MADRID, ARTEBA, entre outras feiras.

MANTO ESTELAR - Fábrica Behring, RJ - residência artística Portoaporto, 2024, Juliana Freire e Vinícius Monte
Participação do músico percursionista Daniel Boechat, fotografia de Simone Floot e Fabio Costa. Performance de reconexão com a prosperidade, o metal e o manto como um céu co-criado pelas intenções do público.

Nova ativação do MANTO ESTELAR, de Juliana e Vinícius Monte. Mostra Paralelas, 2025, Galeria FFAC
Coletiva com 36 artistas portugueses e brasileiros que participaram dos programas do projeto PortoaPorto, tanto no Rio de Janeiro quanto na cidade de Porto, Portugal. Parceria com Casa Ondina.

RESPOSTA - Palácio das Artes - com Susana Bastos, Bellini e Rodrigo Borges. Texto André Brasil, 2008
Os artistas produziram 2 mostras coletivas em Belo Horizonte. A primeira foi o edital da Galeria Cemig. Os artistas conheceram-se durante o bacharelado em Belas Artes, UFMG, 1999

PANGEIA, 2020, quarentena. Série em papéis de livros e recursos ao alcance. Um livro que foi segurado e rabiscado por um nazista, a artista e este objeto 80 anos depois.
Tentativa de costurar o homem à sua humanidade, em muitas passagens, o primeiro suporte destes desenhos/reflexões sobre interconectividade - são páginas de um catálogo da casa de leilões de arte de Berlim Hans W. Lange, de 1941.

Ação Sintrópica | DESERTO É NASCENTE, 2020, CCBB SP, oficina
Das artistas Amanda Melo da Mota e Juliana Freire. Dia Internacional da Mulher, cruzando relações entre os conhecimentos ancestrais femininos de integracão com a natureza e homenageando a artista Lygia Pape - partindo de duas de suas obras icônicas : “Roda dos Prazeres” (1967) e “Divisor” (1968).

Série Uma cópia de tudo o que está escondido, 38 x 25,5 cm, 2018-2022
Produzido no ateliê em casa na Rua Tupi e durante residência artística no Mirante Xique Xique _ Chapada da Diamantina BA
Esmalte sobre Impressão Vinílica de 1970, Letratone
Esmalte sobre Impressão Vinílica de 1970, Letratone

Open Studio, Pacaembu, 2021, Ativismo Cósmico
Começo da ocupação do espaço, uma casa Modernista. As vivências de arte aconteceram no interlúdio entre uma aquisição e outra, em parceria com Christophe Van Hamme _ projeto Paã Arquitetura Performance.

Espectrário, Performance auto-fotografada, cemitério bizantino de Mucugê. Residência Mirante Xique Xique, Igatu, BA
Observar-se observando e sendo observado.
As ruínas, os marcos, os memoriais, os templos, têm uma vida que não nos é acessível. E por inscreverem em camadas a passagem do homem por aquele solo, como estes espaços olham?
As ruínas, os marcos, os memoriais, os templos, têm uma vida que não nos é acessível. E por inscreverem em camadas a passagem do homem por aquele solo, como estes espaços olham?

Galeria Emma Thomas, desenhada pelos arquitetos Marcelo Alvarenga e Felipe Hess na Rua Estados Unidos, Jardins, São Paulo, SP, 2013
Galeria de arte contemporânea fundada em 2006 com Flaviana Bernardo, em 2014 também com Monica Martins.
Última exposição da galeria - individual do artista peruano Daniel Barclay em julho de 2017.
Última exposição da galeria - individual do artista peruano Daniel Barclay em julho de 2017.

outros projetos da Galeria Emma Thomas, mostras internacionais, eventos, parcerias, feiras, galeria pop up por 1 ano em NY
Durante os 11 anos de galeria, foram realizados diversos projetos em parceria com outros produtores culturais, instituições, galerias e artistas. Aqui estão projetos selecionados

Ensaio ENTRE, artistas Juliana Freire e Virgínia di Laura. Série: Enquanto a comunidade humanóide do 3I/Atlas observa nossos genocídios, tento encontrar sentido ou função para os vestígios, os papéis das gavetas.
2025 _ Espaço Bafu, Barão de Tatuí, São Paulo, SP. Curadoria Cláudio Guimarães.

Foto Performance | Elohim
Juliana Freire + Colaboradores
colagem digital livro Plantstudie - Karl Blossfeldt. 30 cm x 21 cm de largura - Impressão FineArt, papel algodão 300 g. São Paulo, Brasília. Parque Indígena Xingu, São Tomé das Letras e Serra do Roncador 2018 - 2019

Aparição, oração, órbita. 2025. Fotoperformance, impressão fineart.
Buenolândia, cidade que fundou Goiás, há quase 300 anos. Obra desenvolvida durante a residência Casa Tempo. Registro de Vinícius Monte.
O processo de pesquisa parte de contracolonialidade, memória e ecologia.
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário.
Gravação de Vinícius Monte.
O processo de pesquisa parte de contracolonialidade, memória e ecologia.
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário.
Gravação de Vinícius Monte.

Ativismo Cósmico, primeiras experiências com dispositivos, 2017
Participação de Yasna Yañez, Nara Grossi e Roberto Maya _ Estúdio Cordas, casa do arquiteto Rino Levi, SP
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